María de Ágreda



A Sorbonne

A SorbonneTela de Sor Mª de Jesus atribuida a Luis Salvador Carmona, de 1765

A tradução da obra em francês em 1695 levanta em Paris uma imponente oposição, que leva à condenação da mesma pela Sorbonne. Como que assombrados por esta injusta condenação, mobilizam-se as universidades católicas da Europa, como não as mobilizou nenhuma outra figura feminina da época cristã. Declararam-se publicamente a favor da Venerável as Faculdades de Teologia de as Universidades Espanholas de Alcalá, Burgos, Cádiz, Canárias, Granada, Madrid, Salamanca. A elas juntam-se os Colégios Maiores dos religiosos de Santo Agostinho, São Basílio, São Bento, São Bernardo, São Jerónimo, São Norberto, os Clérigos Regulares e os de São Caetano, os Dominicanos, Franciscanos, os Jesuítas, os Carmelitas, os Mercedários, os Mínimos, os Trinitários. No estrangeiro pronunciaram-se a favor da mística de Agreda da Universidades de Louvaina e Toulouse. Entre as edições da Mística Cidade de Deus que se multiplicavam, chegando a um total aproximado de 270, algumas delas em línguas tão chamativas como o latim, o grego moderno ou o árabe.



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